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Eu não sou louca!

“Espero que você não me ache louca”. O sms para o ex-caso que virou amigo querido começava assim. E ele respondeu: “Mas eu NUNCA achei que você fosse louca”. Claro que não. Ele me conhece bem. Por que acharia isso? E, principalmente, porque eu pensei que isso passaria pela cabeça de um cara legal que me conhece bem?

A síndrome do “eu não sou louca” é, sim, uma das grandes loucuras femininas.  

Porque, meu deus Freud, nós, meninas, estamos sempre explicando que não somos loucas? Essa conversa surgiu outro dia em uma reunião de pauta da Tpm. Todas, absolutamente todas as moças presentes confessaram que, vez ou outra, começavam uma conversa dizendo: “eu não sou louca.” A frase vale para tudo. Minha amiga R às vezes diz isso para o frentista: “olha, eu não sou louca, mas esqueci de trocar o óleo”. Quando esquecemos de mandar um mail de trabalho, respondemos: “eu não sou louca, mas não vi o seu e-mail”.

E quando o assunto é homem, bem, a síndrome do ENSL nos ataca ainda mais forte. Os homens podem ter as maiores atitudes malucas da face da terra. Mas, no fim, achamos (e tememos) que eles, mesmo agindo como loucos, achem que SOMOS LOUCAS. E saiam espalhando por aí: “Sabe a Nina do 02 Neurônio? Cara, ela é totalmente louca”.

Como qualquer ser humano, somos muitas vezes temperamentais, mal humoradas e chatas. E como diz meu amigo Tatá Aeroplano: “Às vezes surtamos mesmo”. Mas, definitivamente, não somos loucas. Somos apenas garotas legais. Na verdade, garotas geniais. Maravilhosas de tudo. E se você está lendo esse texto e achando que ele é um surto escrito por uma maluca, eu aviso, na verdade, eu imploro para que você acredite: “Eu não sou louca!” (Nina Lemos)

:: Escrito por 02 Neurônio às 12h22
Book bizarro

Qual a coisa mais cafona que você já fez com um namorado?

 

- Mandou uma cesta de café da manhã?

- Comeu fondue no dia dos namorados?

- Escreveu seu nome com o sobrenome dele pra ver como ficaria sua assinatura quando vocês casassem?

- Chamou ele por um apelido íntimo na frente de todo mundo?

- Disse "eu te amo" no primeiro encontro?

 

Não se preocupe. O book do casal é de longe a coisa mais fantástica de todos os tempos. Confira:

 

 

 

 

:: Escrito por raq affonso às 15h45
A humanidade é o plural do lugar comum

Pode ser qualquer uma. Musa do axé, porteira de boate, atriz de realityshow, comentarista econômica.  Pode ser até uma mulher que o pai-de-santo jurou que era a reencarnação da Simone de Bevouir. Do Buda. Pode ser qualquer uma.  É só a anestesia do parto passar para ela se encher de sinceridade e falar a frase mais clichê dos cromossomos XX.

"Eu nasci para ser mãe".

Eu eu?
EU NASCI PARA BAILAR!

Danço bolero, danço samba, danço cha cha cha... Por que nasci, nasci para bailar....
Agora todo mundo gente!
Por que nasci, nasci para bailar!

 

:: Escrito por Jô Hallack às 01h36