As cariocas e o guia turístico
Mais um serviço pra denegrir a imagem do brasileiro - em especial da mulher carioca - no exterior. O guia “Rio for Parties”, traduzido em seis línguas, deu às cariocas o título de “máquinas do sexo”, e já teve até um pedido para sair de circulação, feito pela Embratur.
Além de dicas de hotéis e restaurantes, o guia revela como o turista deve agir para se dar bem com a mulherada. “Tente começar a beijar o mais rápido possível”, revela o texto. E depois tente um motel, continuam os autores. Bizarro.
O “Rio for Parties” descreve os quatro tipos de cariocas:
- Britney Spears
“Linda” e “filhinha de papai”, “normalmente são metidas. Esqueça elas”, recomenda o guia.
- Hippie/raver
São “mais divertidas, fáceis de se chegar, boas de papo, difícil de beijar, fácil de beber e se divertir com elas”;
- As com mais de 30 anos
Gostam “de se divertir, dançar, beber e beijar. Trate ela com uma dama e elas o tratarão como um rei, talvez não esta noite, mas amanhã com certeza”.
- Popozudas
“Malham, vestem calças apertadas que entram no bumbum, pintam o cabelo de louro e fazem de tudo para ficarem lindas”.
Nunca nós identificamos com o biotipo clássico de cariocas, apesar das três serem de lá. Mas com uma classificação dessas, qualquer identificação seria difícil. Mas isso nos ajudou a pensar em alguns tipos de turistas que vem ao Brasil querendo apenas fazer sexo (não que isso seja ruim, mas turismo sexual realmente é o fim).
- O sem noção
Quer se integrar ao povo. Vai para a praia de Copacabana sem protetor solar, bebe caipirinha e fica com um tom vermelho carne viva
- O mochileiro sujinho
Não gosta muito de tomar banho e anda com papetes. Só esquece que nos trópicos, esse hábito é fundamental - principalmente pra quem quer se dar bem
- O senhor do engenho
Pensa que vai vir aqui e catar uma mulher para ser sua serviçal no exterior, fazendo o trabalho de cama, mesa e banho. E o pior é que às vezes consegue alguma coitada que caia nessa conversa.