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Bonequinhos de rodoviária segurando corações
Estive em Campo Sales e lembrei-me de você
Lembrança de Calçoene: ti adoro
Rio, cidade dos amores. Eu te amo!
Dianópolis e você: duas paixões
Saudades! Souvenir de Juiz de Fora
Cachoeiro de Itapemirim: eu quero ter um milhão de amigos
Porto Fraco. Amo-te.
São Paulo. Ti quero.
Estive no Quinto dos Infernos e me lembrei de você
Te amo. Lembrança do Cafundó dos Judas
Odeio-te.
Quero que você morra. Estive no raio que o parta e lembrei-me de você


:: Escrito por Jô Hallack às 00h58
Vitória

Sim, eu consegui! Não vi nenhum episódio do Big Brother. Não sei nem o nome da mulher que concorreu com o Rafinha! Estou curada de uma doença seríssima e virei um ser humano melhor. Yeah!

Claro, eu sei que o Rafinha ganhou porque está na home do provedor e de todos os outros sites. Mas tenho orgulho em avisar que eu nunca ouvi a voz do tal sujeito. Não sei o que ele faz da vida nem da onde veio. Para quem não sabe, eu iniciei uma promessa (e nem pedi nada em troca!) que consistia em não assistir nenhum capítulo daquela porcaria. Juramento esse que foi anunciado aqui nesse site. E hoje, com a minha gata deitada no meu colo e uma certa dor nas costas posso erguer metaforicamente os braços para comemorar. Ganhei!

E detalhe. Foi fácil. Bom. Lindo. E faço outra promessa. Eu nunca mais verei um episódio de qualquer edição do BBB em toda a minha vida (pausa para fazer um pedido). E fim.

(Nina Lemos)

:: Escrito por 02 Neurônio às 22h02
Freud para punks 1 (A teoria do eu idealizado)

Sim, outro dia me peguei falando essa frase para o amigo com quem divido teorias pelo MSN por cerca de duas horas por dia. "Eu sou a mulher que o eu idealizado dele gostaria de ter". Meu amigo nem riu. Eu mesma ri de mim. Tô ficando freudiana demais. Essa coisa de falar em "eu idealizado" no meio de uma tarde qualquer matando tempo na firma só pode ser fanatismo e loucura. Mas ele entendeu na hora. E talvez vocês entendam também.

Tem caras (ou meninas, a teoria vale para os dois sexos) que adorariam ficar com a gente, inclusive porque nos adoram. Não que a gente seja tudo isso, de jeito nenhum. Mas a gente tem alguma liberdade arduamente conquistada que nos faz ter algumas atitudes na vida. Tipo náo acreditar em corporações (apesar de trabalharmos para elas muitas vezes), sabermos mais ou menos que a gente é e achar que ok. Náo fazer o jogo do telefone nem outro tipo qualquer de jogo (a não ser imagem e ação e brincar de mímica). E, principalmente, uma capacidade enorme de rir da gente mesma e aquela sensaçáo de que podemos pegar nossa mochila metafórica e cair fora. Somos aventureiros e meio punks e cada dia mais hippies. Não mais que isso.

E o que tem o cara ou a menina a ver com isso? Oras, eles adoram essas nossas características e o nosso escracho para com o mundo. Admiram de verdade. Acham do caralho. Mas... para bancar uma coisa assim na vida deles eles teriam que ser assim!. Só que ainda náo conseguem. Ou vai ver nunca váo conseguir, porque na verdade nem querem tanto assim. Eles podem preferir uma vida menos aventureira e perigosa (no sentido metafórico). E detalhe mais que importante: a gente náo é tudo isso que eles pensam que a gente é. Náo mesmo. Não somos tão fodões e nem tão sábios. A gente até tenta. Mas nem sempre consegue. 

O que interessa nessa teoria freudiana para punks. Eles inventaram que a gente é o ideal que eles queriam ser (apesar da gente nem ser tudo isso, sacaram?). E por isso, quando dizem muitas vezes que querem pessoas como nós não estáo mentindo!!!! Aconteceu comigo. E aconteceu com uma amiga faz pouco tempo. Tá. Mas ai eles váo lá e náo ficaram com a gente. Só que eles também náo estão mentiram quando tomaram essa decisáo Sim, porque, como já disse, nós somos as pessoas idelizadas para o eu idealizado deles! (socorro, que frase é essa, alguém me prende!). Na vida real, mais fácil alguém de carne e osso e menos livre.

É horrível ser a pessoa idealizada por um eu idealizado. Horrível porque no fundo a gente acaba sozinha. Mas somos assim. E é meio fácil idealizar quem faz da vida um escracho e escreve textos absurdos como esse. Hahahahaha. Ou não. Vai ver essa teoria absurda serve para alguém ler e desidealizar de vez, o que seria ótimo, meu amigo.

Entenderam? Não? Tudo bem. Eu sei que eu ando fazendo análise demais. Você já me disse.

(Por Nina Lemos)

:: Escrito por 02 Neurônio às 00h12