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O ser corporativo

Ser uma pessoa corporativa é difícil. Principalmente se você nunca pensou em ser uma pessoa "que veste a camisa". Mesmo que tenha vestido várias camisas ao longo da vida. Mas o que mais irrita na vida corporativa são as expressões. Que você vem decifrando ao longo dos anos.

 

- Vamos alinhar esse assunto

 

Significa que todas as pessoas vão saber a mesma coisa. Uma última chance para os lesados saberem as últimas.

 

- Vamos botar todo mundo na mesma página

 

A mesma coisa coisa que "alinhar" todo mundo

 

- Preciso de uma equipe 24 X 7

 

Preciso de pessoas que trabalhem 24 horas por dia, todos os dias da semana

 

 

- Vou dar um call

 

Vou telefonar

 

- Vou dar um feedback

 

Vou ver o que aconteceu

 

- I wanna kill myself

 

Vou me matar, depois de tanto tédio corporativo

 

 

:: Escrito por raq affonso às 23h35
Pensamentos da madrugada

Tem gente que não fala, discorre. E tem gente que não vive, morre.

:: Escrito por Jô Hallack às 23h49
As Loucas de Pankow

 

 

 

O fim da nossa linha de metrô em Berlin chamava Pankow. Era simples. Só pegar o metro em direção a Pankow que logo estaríamos em casa. Pankow era só um ponto final. Uma estação. Um nome. Até que de manhã a Jô disse: “vamos a Pankow?”. A Dani deu força. Disse que tinha um parque lindo chamado Mayakowiski, que era onde os líderes da Alemanha Comunista moravam. Alguém precisa de mais do que um parque chamado, repito, Mayakowiski, para se convencer?

A cidade estava cheia de exposições, cheias de lojas baratas com pechinchas, de bares com punks lindos, de ruas com as pessoas mais bem vestidas no mundo. Mas a gente pegou o metrô para Pankow. Afinal, o que poderíamos perder? Era a nossa linha, qualquer coisa a gente voltava. Só uma voltinha para ver qual era.

Mas sabe o que acontece quando você sai do seu caminho de sempre e vai ver o que tem no fim da linha do metrô? Você corre o risco de se apaixonar. E foi assim que nasceu a dupla agora conhecida no bairro do extremo leste de Berlin como As Loucas de Pankow, duas mulheres que saíram andando pelo bairro gritando: “meu deus, que maravilha, olha ali, tem um museu de trash art, a gente tem que ver o que é isso”. “Meu deus, que lindo, olha aquela vitrine, parece Adeus, Lennin, acho que eu vou chorar”. As pessoas turistas nunca vão a Pankow.

Pankow é apenas o fim da U2, repito. E não, o muro de Berlin não caiu em Pankow. A globalização não chegou (e esse é provavelmente um dos motivos do nosso enamoramento pelo local) e, claro, ninguém fala inglês.  Mas apaixonada faz qualquer coisa, menos desistir. Por isso, nos comunicamos por gestos, já que obviamente não falamos alemão. E mágicas acontecem. Muitas. Por isso, encontramos uma senhorinha em um restaurante que disse que falava inglês, fez questão de traduzir o menu para a gente e disse que conheceu o Brasil quando tinha 18 anos, na época da guerraa.

Pronto. Estávamos completamente abduzidas por Pankow. Os amigos ligavam do Mitte (o bairro baladado de Berlin) procurando pela gente. Mas não. Estávamos amando muito aquele bairro e não poderíamos sair de lá. As Loucas de Pankow entraram em um supermercado só para ver “como era o supermercado daquele lugar”.  Demos de cara com um circo, decidimos que precisávamos ver o espetáculo de pessoas em cima de pôneis. Entramos escondidas no circo para dar uma olhada. Paramos pessoas na rua tentando descobrir que hora era o espetáculo. Entramos em lojas, claro. Fomos olhadas com cara de medo. Por que será?

Depois descobrimos que, além deles não estarem acostumados com turistas, tinham mesmo motivos para ter medo. Afinal, As Loucas de Pankow fizeram coisas como: gritar “olha, que lindo aquele urso amarelo na porta da loja, Jô, senta para eu tirar uma foto.” Ela sentou. O banco estava quebrado. Ou será que foi ela que quebrou o banco? Em todo caso, saímos correndo pelas ruas do bairro. Descobrimos um saldão de livros de arte e compramos coisas bizarras (destaque para o disco que a Jo achou, um verdadeiro achado, já que tinha a participação do Nick Cave. No Brasil ela descobriu que a tal preciosidade, que quase compramos para trazer de presente para vários amigos, era um áudio livro de Brecht em alemão. Gritávamos, “meu deus, essa rua chama Hermann Hesse”, “olha, tem uma avenida chamada Engels!” Tirávamos fotos agarradas nos postes das placas. Comprávamos croissant de 20 centavos. E devemos ter falado a palavra: “olha, olha, olha” umas cem vezes.

A noite já caía quando saímos de Pankow. Voltamos com raiva para o bairrinho badalado, já com o coração apertado de saudades.

Pankow, Pankow. Sempre te amaremos. E você, bairro querido, nunca mais será apenas o nome de uma estação final de metrô. E prometemos ir mais ver o que rola ali no fim da linha. Obrigado, Pankow, pela lição. (Nina Lemos)

:: Escrito por 02 Neurônio às 00h40
O diabo verde

Parecia um homem, também parecia um garoto, mas depois que eu tirei a roupa é que eu percebi. Minha Nossa Senhora, eu estava de frente para o diabo.  Ele mesmo, o chifrudo, o satanás, o belzebu. Só que dessa vez, adivinhem: era verde.  Eu estava me deitando com o diabo verde.   Era ele, sem dúvida,  tendo como cavalo o indefeso corpo de um menino de boa família.

Mais, não digo.
Só que saí pisando leve, com meus sapatinhos vermelhos.

:: Escrito por Jô Hallack às 19h48
 
 

Decisões de quando você volta de viagem

Quando a gente volta de viagem, quer dizer, três dias antes da gente começar a pensar em arrumar a mala para voltar de viagem, o mantra  começa a ecoar: a minha vida é um lixo, a minha vida é um lixo, eu preciso mudar a minha vida. E quando você chega (porque infelizmente a gente é obrigada a voltar) geralmente está cheia de decisões. Com o tempo, confesso, já abandonei algumas das mais comuns. Como:
Vou andar mais de metrô. Não vou! E podem me chamar de burguesa. Mas para chegar no metrô eu preciso subir uma mega ladeira. E, o mais  importante, ele náo me leva a nenhum dos meus trabalhos, nem para a análise, nem para a casa dos meus amigos. Pegarei o metrô quando tiver que ir ao poupa tempo, o que costuma acontecer uma vez por ano, porque esse é o prazo em que dura uma carteira de identidade na minha mão.
Vou andar mais a pé. Não vou. Andar a pé para mim significa atravessar a Rebouças (quem é de Sáo Paulo sabe do que estou falando) com medo de ser atropelada. 
E a Teodoro Sampaio é uma rua bem feia. Só andarei a pé se arrumar um pretê andarilho ( e eu sempre atraio esses tipos, o último deles achava que a minha casa, em Pinheiros, era do lado do Baixo Augusta, e lá ia eu de salto com o dia amanhecendo enquanto ele dizia: "é  pertinho").
Vou me abrir mais para o mundo. Nem ferrando. Porque, em geral, quando eu me abro para o mundo em SP vou parar em uma festa patrocinada, gigante e cheia de playboy.
Agora, uma decisáo eu tomei e vou cumprir. Eu náo vou mais tomar bullyng. E vocês perguntam, como pode uma mulher dessa idade ser alvo de bullyng? É absurdo, mas pode. 2009 foi meu ano internacional do bullyng. Tomei bullyng de "amigos" gays que queriam se meter na  minha vida amorosa e por isso cantaram musiquinhas para mim em festas fazendo corinho, tomei bullyng de gente que eu nem conheço fazendo piada com a minha pessoa no Facebook. E o que isso tem a ver com voltar de viagem? Tudo. Se eu não sou alvo de bullyng longe da minha casa (muito pelo contrário), não vou  mais suportar isso na favela onde eu nasci. Adoro essa favela. Mas  também gosto bastante de mim. E como estava escrito em um muro de Berlin: "La ville cest moi". Ou seja. A cidade sou eu. E, a partir  de agora, prometo que ela será ainda mais bem tratada. Mesmo que para isso eu tenha que fazer como os radicais de esquerda de Berlin e queimar os carros dos ricos que estão indo morar em prédios de luxo em seus bairros, o que os deixa sem casa. Eles fazem isso na prática. Eu vou fazer metaforicamente. (Nina Lemos)
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:: Escrito por 02 Neurônio às 12h52
A triste história do café desaprendido

Tudo começou com um mal estar de aeroporto e um telefonema. “Vou desmaiar na sala de embarque. Fica comigo no telefone”.  Depois, veio o caos, o tsunami, godzilla, a revelação do segredo de Fátima, uma gente sem coração, as noites de insônia, as olheiras, a tristeza sem fim.  Se o seu mundo acabar, meu conselho: tome um café forte e siga em frente.


Era aí que estava o problema. Dei para fazer café fraco. Logo eu, que sempre passei um café como ninguém, sem medida, eu e o café, sintonia perfeita, em qualquer horário do dia, felicidade plena. Mas foi assim. De um dia para o outro, perdi a mão. Perdi meu último consolo.

E dá-lhe café ruim, a cada manhã – e quando eu digo ruim digo intragável mesmo,  joga fora na pia, sono no trabalho, passar na esquina para pegar um expresso atrasada, tentei de tudo, macumba, exorcismo, cafeteira nova, coar no filtro de pano, fazer simpatia, trocar de marca, pagar promessa. E o café, nada. Fraco, aguado, triste.  Eu e o café. Macambúzios para sempre.

Mas tudo passa.

 

E não é que o meu café tá muito bom!!!


E que siga a vida (forte e, tem dias, muito amarga)

:: Escrito por Jô Hallack às 01h39
 
 

Será que a gente ainda precisa não querer ser mulher?

 

Ser mulher tem algumas consequencias.

 

Dependendo do país que você nasceu, podem te dar umas boas chibatadas.

 

Você vai ter que usar um véu, nunca mostrar o rosto.

 

Também podem cortar o seu clitóris, quando você tiver uns 4 anos. Sem anestesia.

 

Você pode casar com alguém que não conhece.

 

Se o país for mais liberal, você pode usar minisssaia.

 

Talvez os alunos encanem com o o tamanho da sua saia.

 

Mas se for no Brasil....

 

Você pode ser expulsa. Pela diretoria da universidade

 

Será que a gente ainda precisa não querer ser mulher?

 

 

 

 

:: Escrito por raq affonso às 22h45
Fascismo universitário

O máximo que acontecia na minha época da faculdade, eram alunos fumarem maconha nos Centros Acadêmicos. Ou beberem de dia no trailer da frente.

 

Nas últimas semanas, vimos uma das atitudes mais fascistas numa universidade: uma menina quase foi linchada por 700 "estudantes", porque estava de vestido curto.

 

E o pior: os estudantes fizeram um protesto, porque segundo eles, esse incidente vai denegrir a imagem da faculdade e dos estudantes. Ou seja, os estudantes da UNIBAN acham que podem acabar com a vida da estudante. Mas não podem passar por fascistas.

 

Um outro incidente aconteceu na mesma faculdade. Uma outra estudante foi espancada porque não quis participar de uma manifestação.

Na Califórnia, uma menina foi estuprada por 15 caras, numa festa da faculdade. Várias pessoas viram e não fizeram nada.

Medo. Pânico e terror.

Se os nossos doutores, engenheiros, jornalistas e médicos forem esses universitários....estamos perdidas.

 

:: Escrito por raq affonso às 23h18
O fim do ER

 

É hoje. Depois de 15 anos, chega ao fim o ER. A série de tv com mais prêmios Emmys, segundo a chamada da Warner. A série de tv que mais gente morreu, vários coadjuvantes ficaram famosos e muitos fãs (como eu) vão ficar muitos tristes.

Afinal, como vamos ficar sem ter o Dr. Carter, a Abby e o Dr. Croata?! Mesmo com tantas séries médicas em todos os canais - de ficção a carniceria - quem é fã mesmo de ER, não vê outra coisa. Há muitos anos.

 

Sim, ficar apegado a uma série médica é uma coisa meio patética. Você inclusive se sente meio paramédica. Quando alguém tem um troço no trabalho, você se lembra dos procedimentos médicos e ajuda a acudir. O que é inclusive muito arriscado, dependendo do troço em si. Mas depois de ter visto mais de 100 episódios do dia a dia do County Hospital, você se sente um deles.

Podia ser pior. Você podia ser apegada a série de vampiro.

 

:: Escrito por raq affonso às 18h48
Querido Morrissey

 

Estou muito chateada porque você não está bem de saúde. Eu também já desmaiei no trabalho e sei o quanto isso é horrível. Tudo bem, não foi na frente de uma multidão. Foi durante uma entrevista com a Danuza Leão e o Xico Sá estava junto e me ajudou, mas mesmo assim foi horrível. Tudo rodava e tudo ficou preto.

Agora, o que realmente me preocupa, é que você andou remarcando shows. Morrissey! É sério! Você não pode ficar seriamente doente. Eu sou sua fã desde os 16 anos e inclusive virei vegetariana por sua causa. Eu juro! Depois de ouvir “Meat is Murder”  nunca mais comi carne. Eu sei que ter fã é horrível. Mas não fique chateado com essa cartinha. Saiba, apenas, que nós, do 02 Neurônio, desejamos o seu pronto reestabelecimento.

Escuta, Morrissey! É sério! Você não pode ficar doente ao ponto de parar de fazer shows e produzir. Já estamos aqui, imaginando coisas, pensando que você pode morrer. Ta, sabemos que todo mundo vai morrer. Mas não queremos que você morra agora. Não antes de fazer mais discos. Não antes de fazer outros shows no Brasil. Morrissey. Eu preciso de você cantando que é o último dos playboys vivos, preciso de você pedindo pra ser beijado. Preciso ver você gritando na cara de fãs como eu que a gente nunca vai ser seu amigo.

Com o desejo de melhoras

Nina Lemos

:: Escrito por 02 Neurônio às 00h06
Fragamento (fragmentada)

De vez em quando ela vem, acabando comigo, me puxando, me sugando, me destruindo, mas eu olho para ela e digo, você não vê que eu não percebo você, vai embora, e ela de novo vem no meu ouvido e diz: você não percebe nem você, quem é você? Ai o alçapão abre.

:: Escrito por Jô Hallack às 18h47
Teste do internauta de rede social

Marque uma das alternativas

( ) Você é um(a) mala na vida real, seu blog é mala, seu twitter é mala, seu facebook é mala.
( ) Você é um(a) mala na vida real mas , rapaz, no virtual você parece incrível!
( )Você diz que gosta de expressionismo alemão na vida real mas no seu facebook você curte quem diz que “saúda o pôr do sol” .
( )Você não sabe escrever português na vida real e no twitter, no facebook, no fotolog, no caralho a quatro você continua não sabendo escrever. Mas todos juram que na  internet as pessoas são toda assim. Digo, analfabetas.
( ) Você faz tererê na praia mas no twitter você coloca pensamentos do Kafka.
( ) Você cita Adorno depois de trepar mas no seu “face” (isso mesmo, você chama o Facebook por um apelidinho carinhoso) tem uma foto carregada de um móvel que denuncia: no último final de semana você estava numa micareta.
( ) Você faz o depressivo(a) alugando a humanidade mas a sua frase do dia é  “I can see clearly now the rain is gone. Here's the rainbow I've been praying for!’. E você não esta tomando Prozac.  Ou ácido.
( ) Você não vive. Posta.
(X) Ontem você foi no Orkut

:: Escrito por Jô Hallack às 21h16
 
 

Estou presa a um telefone. Aguardo resgate.

Estou presa a um telefone. Por favor, aguardo resgate. Alguém me tira daqui. Alguém puxe com força esse aparelho que está colado às minhas mãos e o atire pela janela. Estou deitada na cama, indo dormir. Mas continuo presa a um telefone.

Em um clique estou no MSN. Em outro no Facebook. Vou parar de ler livros e passar a vida inteira lendo bobagens na Internet. Ficarei burra. E, claro, nunca mais escreverei livro algum. Passarei o resto dos meus dias apertando botões do meu telefone e indo do MSN para o Facebook e do Facebook para o Twitter. Alguém tira agora esse telefone da minha mão.

Estabelecerei relações platônicas. Nunca mais farei sexo real. Deixarei de ver os meus amigos e abandonarei os tradicionais jantares no Sujinho na “nossa” mesa. Sim, ainda irei à praia no Arpoador, mas serei uma daquelas pessoas que ficam na areia agarradas a um telefone contando que está na praia. Quando inventarem um telefone à prova de água, comprarei um.

Eu não nasci para isso e não quero esse futuro. Então, por favor, alguém venha aqui agora. E tire esse telefone que está colado às minhas mãos. (Nina Lemos)

:: Escrito por 02 Neurônio às 12h45
Eu não sou louca!

“Espero que você não me ache louca”. O sms para o ex-caso que virou amigo querido começava assim. E ele respondeu: “Mas eu NUNCA achei que você fosse louca”. Claro que não. Ele me conhece bem. Por que acharia isso? E, principalmente, porque eu pensei que isso passaria pela cabeça de um cara legal que me conhece bem?

A síndrome do “eu não sou louca” é, sim, uma das grandes loucuras femininas.  

Porque, meu deus Freud, nós, meninas, estamos sempre explicando que não somos loucas? Essa conversa surgiu outro dia em uma reunião de pauta da Tpm. Todas, absolutamente todas as moças presentes confessaram que, vez ou outra, começavam uma conversa dizendo: “eu não sou louca.” A frase vale para tudo. Minha amiga R às vezes diz isso para o frentista: “olha, eu não sou louca, mas esqueci de trocar o óleo”. Quando esquecemos de mandar um mail de trabalho, respondemos: “eu não sou louca, mas não vi o seu e-mail”.

E quando o assunto é homem, bem, a síndrome do ENSL nos ataca ainda mais forte. Os homens podem ter as maiores atitudes malucas da face da terra. Mas, no fim, achamos (e tememos) que eles, mesmo agindo como loucos, achem que SOMOS LOUCAS. E saiam espalhando por aí: “Sabe a Nina do 02 Neurônio? Cara, ela é totalmente louca”.

Como qualquer ser humano, somos muitas vezes temperamentais, mal humoradas e chatas. E como diz meu amigo Tatá Aeroplano: “Às vezes surtamos mesmo”. Mas, definitivamente, não somos loucas. Somos apenas garotas legais. Na verdade, garotas geniais. Maravilhosas de tudo. E se você está lendo esse texto e achando que ele é um surto escrito por uma maluca, eu aviso, na verdade, eu imploro para que você acredite: “Eu não sou louca!” (Nina Lemos)

:: Escrito por 02 Neurônio às 12h22
Book bizarro

Qual a coisa mais cafona que você já fez com um namorado?

 

- Mandou uma cesta de café da manhã?

- Comeu fondue no dia dos namorados?

- Escreveu seu nome com o sobrenome dele pra ver como ficaria sua assinatura quando vocês casassem?

- Chamou ele por um apelido íntimo na frente de todo mundo?

- Disse "eu te amo" no primeiro encontro?

 

Não se preocupe. O book do casal é de longe a coisa mais fantástica de todos os tempos. Confira:

 

 

 

 

:: Escrito por raq affonso às 15h45